Fonte: Third Eye Centre.
Solstício de Inverno.
Fotos: Heidi Kosaniuk.
Tunga recebe o Prêmio Brasília de Artes Plásticas, no Museu de Arte de Brasília.
Solstício de Inverno.
Fonte: Tunga. Catálogo da exposição. Glasgow: The Third Eye Centre, 1990.
Tunga inicia experiência profissional no campo da arquitetura.
Sem título, [1990].
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
Tunga participa da exposição coletiva Viva Brasil Viva no Kulturhuset, em Estocolmo, Suécia, onde apresenta pela primeira vez Palíndromo Incesto, obra que tem mais de uma versão.
Palíndromo Incesto.
Galerie nationale du Jeu de Paume, Paris, França, 2001.
Foto: Claudia Terstappen.
Preliminares do Palíndromo Incesto.
Foto: Claudia Terstappen.
Tunga e Palíndromo Incesto.
Foto: Konstantinos Ignatidis.
Tunga e Palíndromo Incesto.
Foto: Tatiana Grinberg.
Palíndromo Incesto no The Contemporary, Nova York, EUA.
Foto: Lucia Helena Zaremba.
Fonte: Lencastre, Carla. “Estudos de Tunga viram esculturas de filtro de café”. O Globo, 17 de julho de 1991.
Tunga recebe o Prêmio Mário Pedrosa da Associação Brasileira de Críticos de Arte (ABCA) pela obra Preliminares do Palíndromo Incesto.
Para a Conferência Eco-92 [Rio-92], realizada no Rio de Janeiro, o jornal O Globo convida seis artistas plásticos a expressarem suas visões sobre o evento. Para a ocasião, Tunga realiza a performance Jardim de Mandrágoras no Túnel Dois Irmãos, o mesmo túnel utilizado para a filmagem de ÃO. A obra também tem versões escultóricas.
Fonte: Tavares, Mariza. “Seis artistas e sua visão da Rio-92”. O Globo,13 de outubro de 1991.
Performance Jardim de Mandrágoras.
Foto: Marcos Issa.
Sem título, [1988-1993], da série Palíndromo Incesto.
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
Sem título, [1988-1993], da série Palíndromo Incesto.
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
Foto: Normandy Litaiff.
Tunga participa da exposição coletiva Arte Amazonas, realizada no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, onde apresenta a instalação Tesouro Besouros.
Tunga no Instituto ENADI, em Belém do Pará.
Fotos: Miguel Rio Branco.
Tesouro Besouros.
Foto: Irene Azambuja.
Texto impresso que integra a obra Tesouro Besouros.
Tunga apresenta Sero te Amavi na Galeria Saramenha, no Rio de Janeiro, e na Galeria Millan, em São Paulo.
Sero Te Amavi, 1992.
Foto: Wilton Montenegro.
Tunga apresenta Jardim de Mandrágoras na exposição Antigas Minúcias, na Galeria Marília Razuk, em São Paulo.
Jardim de Mandrágoras exposto na Galeria Marília Razuk, em São Paulo.
Sero Te Amavi, 1992.
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Wilton Montenegro
Sem título, 1972.
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
Currículo de Tunga nos anos 1970.
Tunga participa da exposição coletiva Body to Earth: Three Artists from Brazil – Cildo Meireles, Mario Cravo Neto and Tunga, no USC Fisher Museum of Art, em Los Angeles, e em Time and Tide: The Tyne International Exhibition of Contemporary Art, na Laing Art Gallery, em Newcastle, Inglaterra.
Currículo de Tunga nos anos 1970.
Tunga e seu filho Antônio durante performance A Vanguarda Viperina no USC Fisher Museum of Art, em Los Angeles.
Fotos: Lucia Helena Zaremba.
É realizado o filme Seeding Mermaids, dirigido por Shelagh Wakely.
Still do filme Seeding Mermaids, dirigido pela artista Shelagh Wakely.
“A Vanguarda Viperina: Que significados encerravam aqueles ideogramas em forma de répteis enroscados? Uma trança absolutamente regular é formada pelo encontro de um par de cobras similares com a peçonhenta. Observou-se que uma vez auto trançados, tais répteis entram em profunda letargia… – Tunga”
Fonte: Tunga, Cadernos do Artista, #04.
Sem título, [1993], da série Jardim de Mandrágoras.
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
Foto: Lucia Helena Zaremba.
Lábios.
Foto: Fernando Étulain.
Tunga maquiando Lábios.
Foto: Luludi Melo.
Fonte: Morais, Angélica. “Tunga expõe metáforas de amor”. O Estado de S. Paulo, 15 de março de 1994.
A exposição Jardins de Mandrágora é realizada na Galeria Paulo Fernandes, Rio de Janeiro, onde Tunga expõe dois conjuntos de pequenas obras intituladas Mudras – Cartilagens Fêmeas.
Mudras.
Fonte: Reis, Paulo. “Escultor de Cartilagens”. Jornal do Brasil, 24 de março de 1994.
Processo de elaboração das Mudras.
Tunga participa da 22ª Bienal de São Paulo com a obra Cadentes Lácteos.
Cadentes Lácteos.
Foto: Lúcia Helena Zaremba.
Processo de montagem da obra na Bienal.
Tunga e Cadentes Lácteos.
Foto: Lucia Helena Zaremba.
Na ocasião, o espaço da Bienal não possuía estrutura suficiente para suportar o peso das peças que seriam erguidas, o que gerou um impasse entre Tunga e o local. O fato foi divulgado em jornais da época.
Fonte: “Um canivete às vésperas da bienal”. Veja, 19 de outubro de 1994.
Fonte: Fucuta, Brenda. “Tunga volta a polemizar com Bienal”. Jornal do Brasil, 4 de novembro de 1994.
Fonte: “Arte sem vítimas”. O Estado de S. Paulo, 5 de novembro de 1994.
Tunga participa da 5ª Bienal de Havana com a obra Barrocos de Lírio.
Fonte: Fucuta, Brenda. “Tunga volta a polemizar com Bienal”. Jornal do Brasil, 4 de novembro de 1994.
Fonte: “Arte sem vítimas”. O Estado de S. Paulo, 5 de novembro de 1994.
Tunga e Barrocos de Lírio.
Fotos: Miguel Rio Branco.
Sem título, [1989-1994], da série Lábios.
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
Sem título, 1994, da série Cadentes Lácteos.
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
Sem título, [1994], da série Cadentes Lácteos.
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
Tunga participa da exposição coletiva As Potências do Orgânico, no Museu do Açude, no Rio de Janeiro, com a obra Gabinete Entomológico.
Gabinete Entomológico no Museu do Açude, Rio de Janeiro.
Fotos: Cláudia Bakker.
Tunga participa de Avant-Garde Walk a Venezia, em Veneza, onde apresenta a instauração Debaixo do Meu Chapéu.
Debaixo do Meu Chapéu nas ruas de Veneza.
Fotos: Cordelia Fourneau de Mello Mourão.
Fonte: Reis, Paulo. “Tunga desloca suas obras gigantescas pelo mercado internacional”. Jornal do Brasil, 25 de fevereiro de 1995.
Tunga realiza a instauração Querido Amigo no Rio de Janeiro.
Matérias do Desejo.
Foto: Renato Laclette.
Fonte: “Querido Amigo”. Item-4 Sexualidade, novembro de 1996.
Querido Amigo.
Foto: Wilton Montenegro.
Sem título, c. 1995, da série Debaixo do meu chapéu.
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
Querido Amigo, 1995.
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
Foto: Lucia Helena Zaremba.
Tunga participa da exposição coletiva Mensa/Mensæ, na Funarte, no Rio de Janeiro, onde apresenta a obra Amigo Mago.
Amigo Mago (Instalação).
Fotos: Vicente de Mello.
Tunga casa-se com a ecologista Cordelia Fourneau de Mello Mourão
Foto do casamento, Cercle Interallié, Paris.
Participa da exposição coletiva Transparências, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, com a instauração Espantos Aspiratórios Ansiosos.
Espantos Aspiratórios Ansiosos.
Fotos: Vicente de Mello.
Texto impresso que integra a instauração Espantos Aspiratórios Ansiosos.
Tunga participa de Walk on the SoHo Side, em Nova York, com a instauração Experiência de Fina Física Sutil.
Instauração Experiência de Fina Física Sutil, em Nova York.
Fotos: Lucia Helena Zaremba.
Texto de Tunga Description of an Experiment on Keen and Subtle Physics, que integra a instauração Experiência de Fina Física Sutil.
Tunga participa da exposição coletiva 1ª Brahma Reciclarte, no Jardim Botânico do Rio de Janeiro, onde apresenta Miríades Vulcânicas do Eterno Retorno.
Tunga e Miríades Vulcânicas do Eterno Retorno.
Fotos: Loris Machado.
Tunga e os artistas Lygia Pape e Rubens Gerchman no Jardim Botânico.
Fotos: Loris Machado.
Realiza a exposição individual Tunga na Galeria Luisa Strina, em São Paulo, onde apresenta a série Desenhos em Polvorosa.
Fonte: “Artistas e designers expõem obras com material reciclado”. O Globo, 27 de julho de 1996.
Experiência de Fina Física Sutil, [1996].
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Lucia Helena Zaremba
Sem título, [1996], da série Desenhos em Polvorosa.
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
Foto: Toninho Vaz.
A exposição individual Tunga: 1977-1997 é realizada no Center for Curatorial Studies, Bard College, em Nova York.
Vista da exposição, Bard College, Nova York.
Tunga participa da Documenta X, em Kassel, com a instauração Inside Out, Upside Down.
Inside Out, Upside Down.
Foto: Lucia Helena Zaremba.
Fonte: Fioravante, Celso. “Brasileiros conquistam o mundo“. Folha de S. Paulo, 10 de fevereiro de 1997.
Fonte: “Tunga, marcante aqui e no exterior.” O Globo, 30 de dezembro de 1997.
Tunga participa da exposição coletiva Diversidade da Escultura Contemporânea Brasileira, na Avenida Paulista, em São Paulo, com a instauração 100 Rede.
Espantos Aspiratórios Ansiosos.
Fotos: Vicente de Mello.
100 Rede.
Fotos: Cordelia Fourneau de Mello Mourão.
Texto A Fênix e o Pombo que integra a instauração 100 Rede.
Fonte: “Tunga abre evento com ossos e galinhas vivas”. Jornal da Tarde, 6 de novembro de 1997.
Tunga participa da produção do desfile da M. Officer no Morumbi Fashion, apresentando as instaurações Sempre Gostei de Bagunça e Há Sereias. Na ocasião, foram incorporados os “tecidos líquidos” usados pelo estilista Carlos Miele.
Instaurações Sempre Gostei de Bagunça e Há Sereias, e os “tecidos líquidos” do estilista Carlos Miele.
Fotos: Wilton Montenegro.
“Não é ordem nem desordem, é bagunça. O que é bagunça? O mundo é bagunça. E a gente trata de dar ordem a essa bagunça. Dar ordem e achar as coisas. Então no meio de uma coisa confusa você acha, descobre. E essa coisa volta a essa confusão. Quando você toma de novo, você redescobre essa coisa. – Tunga”
Fonte: Documentário Inhotim: episódio Tunga. Vídeo. Netflix, 2018.
O desfile resultou no vídeo A Última Sereia, do cineasta Arthur Omar.
Fonte: Cassas, Luciana. “Modelos ficam de seios de fora antes de desfile de moda em SP”. Veículo não identificado, 25 de fevereiro de 1997.
Tunga realiza a instauração Há Sopas no Solar do Unhão, no MAM da Bahia, em Salvador, junto a Artur Barrio.
Há Sopas no Solar do Unhão, MAM da Bahia.
Foto: Wilton Montenegro.
É publicado o livro Barroco de Lírios, com direção de arte de Lilian Zaremba e Irene Peixoto, lançado pela editora Cosac Naify.
Capa e páginas internas.
Fonte: Tunga. Barroco de Lírios. São Paulo: Cosac Naify, 1997.
Realiza a instauração True Rouge, cujo título também dá nome a uma grande instalação. Ambas têm origem no poema algébrico True Rouge, de Simon Lane.
True Rouge (instalação).
Foto: Larry Lamay.
Poema True Rouge, de Simon Lane.
True Rouge (performance).
Foto: Wilton Montenegro.
Tunga recebe os prêmios de aquisição do Museu de Arte Contemporânea de Niterói, do Museu de Arte Moderna da Bahia, em Salvador, e do Museu de Arte Moderna de Recife. Também recebe o Prêmio Museu de Arte Moderna de São Paulo: 50 anos – Panorama, o Prêmio Embratel do Museu de Arte Moderna de São Paulo e o Prêmio de 30 anos do Museu de Arte Moderna de São Paulo. Além disso, vence na categoria de melhor vídeo experimental no IV FestRio, no Rio de Janeiro, com o filme Nervo de Prata.
[100 Rede], [1997].
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
Stalker, 1997/1998.
Coleção desconhecida
Foto: Wilton Montenegro
Mermaids Do Exist II, [1997].
Coleção desconhecida
Foto: Wilton Montenegro
Mermaids Do Exist II, [1997].
Coleção desconhecida
Foto: Wilton Montenegro