Fonte: Correio da Manhã, 9 de setembro de 1970.
Tunga inicia o curso de arquitetura na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Santa Úrsula, no Rio de Janeiro.
Histórico escolar de Tunga na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Santa Úrsula.
Fonte: “Feira-70 será original até na decoração: Tunga e Fábio têm ideias novas para as barracas”. Correio da Manhã, 1970.
Tunga participa da realização do projeto da Feira da Providência de 1970, sendo responsável pela decoração de todo o setor da Guanabara, que foi destaque em jornal.
Curriculum Vitae de Tunga como arquiteto (década de 1970).
Tunga inicia experiência profissional no campo da arquitetura.
Sem título, [1969-1970].
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
Sem título, [1970].
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
Fonte: “”Phalene”, um ato poético”. Correio da Manhã, 13 de janeiro de 1971.
Junto a seu pai, irmão e outros companheiros no Brasil, Tunga realiza o Ato Poético – Phalene, que é divulgado em jornal.
Sem título, [1971-1972].
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
Tunga contribui para os quatro primeiros números da revista Lugar em Comunicação, editada por M.D. Magno entre 1972 e 1977.
Aquarelas publicadas nas contracapas dos quatro primeiros números da revista Lugar em comunicação, editada por M.D Magno.
Fonte: Coleção de Everardo Miranda.
Foto: Jaime Acioli.
“Conheci o Ronaldo Brito na casa do Magno, psicanalista, a pessoa que escreveu meu primeiro texto. O Magno catalisava um pouco o pensamento da gente. Enfim, sempre foi um grande leitor, acho eu, um grande pensador. A gente se encontrava sistematicamente na casa dele para conversar. As descobertas vinham um pouco desse diálogo. – Tunga”
Fonte: Torres, Fernanda; Telles, Martha. O papel da crítica na formação de um pensamento contemporâneo de arte no Brasil na década de 1970. Rio de Janeiro: Nau, 2023.
Sem título, 1972.
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
Sem título, 1972.
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
Tunga participa de sua primeira exposição internacional, realizada no Instituto de Arte de Valparaíso, no Chile.
Currículo de Tunga nos anos 1970.
“Tínhamos contato com a escola de arquitetura de Viña del Mar Val Paraíso, um grupo de poetas que tinha fundado essa escola, extremamente experimental, onde se ensinava arquitetura fazendo-se arquitetura. Eles tinham um terreno avançado da escola, uma imensa praia, mais ou menos como a Barra da Tijuca, onde os estudantes não tinham prazo para se formar. Eles iam para lá construir suas próprias casas, construíam a ágora, construíam o palácio da musa. – Tunga”
Fonte: Torres, Fernanda; Telles, Martha. O papel da crítica na formação de um pensamento contemporâneo de arte no Brasil na década de 1970. Rio de Janeiro: Nau, 2023.
Sem título, [1969-1973].
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
Tunga conclui o curso de arquitetura e obtém seu diploma de arquiteto pela Universidade Santa Úrsula, no Rio de Janeiro.
Diploma de arquitetura concedido a Tunga em 1975 pela Universidade Santa Úrsula.
“[…] a minha geração toda, e acho que toda a geração anterior, fez arquitetura. A geração anterior àquela fez direito, a geração posterior fez desenho industrial, e agora se faz informática. Então, é um pouco a perspectiva de ter um pensamento atual. No caso da geração que precede a minha, era o sonho de estar trabalhando com uma coisa ligada à poesia e que fosse efetiva na sociedade, e, ao mesmo tempo sobreviver, porque não passava pela cabeça de ninguém sobreviver como artista. Isso não existia. – Tunga”
Fonte: Torres, Fernanda; Telles, Martha. O papel da crítica na formação de um pensamento contemporâneo de arte no Brasil na década de 1970. Rio de Janeiro: Nau, 2023.
Tunga realiza a exposição individual Museu da Masturbação Infantil, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.
Fonte: “Exposição e Tunga é o grande sucesso”. Gazeta de Notícias, 23 de junho de 1974.
Fonte: “O mundo erótico de Tunga”. Diário de Notícias, 19 de junho de 1974.
Carteira e histórico escolar.
Carteira e histórico escolar.
Fonte: “Os traços do inconsciente”. O Globo, 2 de julho de 1974.
Sem título, 1970-1975.
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
[O Perverso], 1974.
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
Charles Fourier, 1974.
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
Foto: Antônio Cleber Araújo.
A exposição individual Tunga – Ar do Corpo acontece no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.
Fonte: “Tunga no MAM do Rio”. A Gazeta, 17 de novembro de 1975.
Objeto do Conhecimento Infantil.
Foto: Renato Laclette.
Da Pele.
Foto: Renato Laclette.
Matérias do Desejo.
Foto: Renato Laclette.
Tunga realiza extensão universitária no Chile, na Escola de Arquitetura da Universidade Católica de Valparaíso.
Curriculum Vitae de Tunga como arquiteto (década de 1970).
A publicação que acompanha a exposição inclui uma série de fotos de Tunga manuseando um dos objetos, registradas pelo fotógrafo Renato Laclette. O texto crítico, intitulado Transparência do desejo, é assinado pelo crítico Ronaldo Brito, com design do professor e curador Paulo Venancio Filho.
Capa e fotos internas do catálogo da exposição.
Foto: Rafael Adorján.
Fonte: Tunga. Catálogo da exposição. Rio de Janeiro: Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM Rio), novembro de 1975
Um trabalho paralelo à obra é o filme O Ar do Corpo (1975), com gravação de João Lanari.
Bastidores da gravação.
Fotos: João Lanari.
Filme O Ar do Corpo.
Fonte: Filmado por João Lanari.
Sem título, 1975.
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
[Circuito com Neutro], 1975.
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
Tunga visita Bruxelas com sua tia Maura.
Maura de Barros em seu ateliê.
Fotos: Alain d’Espa.
Tunga colabora na revista Malasartes, editada entre setembro de 1975 e junho de 1976 por um grupo de jovens artistas e críticos, incluindo Cildo Meireles, Waltercio Caldas, Carlos Vergara, Bernardo Vilhena, Carlos Zílio, Ronaldo Brito, José Resende, Luiz Paulo Baravelli e Rubens Gerchman. Com três edições publicadas, a revista oferece um panorama da produção artística daquele período. Tunga participa de duas dessas edições.
Na publicação de 1976, ele escreve o ensaio “Prática de claridade sobre o nu”, um texto fundamental para a compreensão de sua obra.
Piscina.
Lavatório/Inundação.
Nadar.
Play-Ground.
Fonte: Tunga. “Prática de claridade sobre o nu”. Malasartes, 1976.
“[…] a Malasartes foi uma confluência, quase que uma grande abertura de linhas, de pessoas em um dado momento político, que viam a possibilidade de juntar forças, apesar das diferenças de direções, de tendências, ou ideológicas, e de criar um pouco o que seria a frente ampla que politicamente se criou, culturalmente. – Tunga”
Fonte: Tunga. Entrevista concedida a Clara Gerchman e Bernardo Vilhena, entre 2014-2015, para o Projeto “Rubens Gerchman: com a demissão no bolso”.
Tunga e a montagem de Piscina.
Foto: Renato Laclette.
Tunga vive em Paris. Matricula-se na Universidade de Vincennes, atual Universidade de Paris VIII, onde inicia um mestrado em filosofia.
Fonte: Gazeta Esportiva, 27 de junho de 1976.
“Era o auge do estruturalismo e se lia muito, se discutia muito. Então resolvi vir pra cá (Paris) para respirar um pouco esses ares e fazer as leituras que eu tinha que fazer. – Tunga”
Fonte: Fernandes, Daniela “Olhar aguçado”, Trip, novembro de 2010.
Tunga realiza as obras Vê-nus.
Vê-nus.
Foto: Renato Laclette.
Vê-nus.
Foto: Renato Parada.
Vê-nus.
Tunga durante montagem de Vê-nus no Rio de Janeiro.
Fotos: Miguel Rio Branco.
Sem título, [1976-1977].
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
Sem título, [1976].
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
Sem título, [1976].
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
Vê-nus, [1976-1978], da série Vê-nus.
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
Foto: Miguel Rio Branco.
Tunga assina o projeto arquitetônico da sede da Caixa Econômica Federal em Petrópolis, Rio de Janeiro, realizado em parceria com o arquiteto e artista Everardo Miranda. Nessa época, Tunga é seu sócio no escritório Euricles de Matos, em Laranjeiras, onde atua como desenhista por cerca de dois anos.
Fonte: Diário de Petrópolis, 1978.
“É evidente que a reflexão na arquitetura termina marcando. Influencia o fato de ter trabalhado intensamente na arquitetura, no escritório, na medida em que a noção do projeto é uma noção que você introjeta e termina sendo algo efetivo para o resto da sua vida. A complexidade com que a arquitetura tem que lidar deve ser transposta para a arte. – Tunga”
Fonte: Torres, Fernanda; Telles, Martha. O papel da crítica na formação de um pensamento contemporâneo de arte no Brasil na década de 1970. Rio de Janeiro: Nau, 2023.
Tunga participa da publicação O mar a Pele, com texto de Ronaldo Brito, fotos de Arthur Omar e projeto gráfico de Paulo Venancio Filho.
O Mar a Pele.
Realiza a obra São João Batista.
São João Batista.
Foto: Doug Baz.
Sem título, [1977-1980], da série São João Batista.
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
Sem título, [1977-1980], da série São João Batista.
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
Fonte: Jornal União, junho de 1979.
Tunga volta para o Rio de Janeiro.
Grupo Santa Hermandad Orquídea com a família de Tunga. Da esquerda para a direita: Tunga, João Batista Lanari Bó, Juan Raúl Young, Gerardo Mello Mourão, Napoleão Lopes Filho, Léa de Barros Carvalho e Mello Mourão, Godofredo Iommi, Vera Regina Barreto Brandão, pessoa não identificada, Abdias Nascimento e Abdias Nascimento Filho, Antônio Cleber Araújo e Bida.
Fonte: Escuela de Arquitectura y Diseño, PUCV.
Sua família se reúne com a Santa Hermandad Orquídea, grupo criado no Rio de Janeiro, no final da década de 1930, do qual Gerardo fazia parte junto a outros poetas e artistas: Godofredo Iommi, Efrain Tomás Bó e Juan Raúl Young, argentinos, e os brasileiros Napoleão Lopes Filho e Abdias Nascimento.
Tratado de la Santa Hermandad Orquídea, livro publicado pelo grupo em 1941.
Fonte: Coleção de Waltercio Caldas.
Sem título, [1978-1984], da série Cenas Brasileiras.
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
Fonte: Folha de São Paulo, 1 de outubro de 1979.
Tunga cria a obra Pálpebras e a apresenta na exposição individual de mesmo nome no Núcleo de Arte Contemporânea, em João Pessoa, Paraíba, e posteriormente no Centro Cultural Cândido Mendes, no Rio de Janeiro. A curadoria é de Paulo Sergio Duarte, que havia conhecido Tunga em Paris.
Pálpebras.
Foto: Pedro Oswaldo Cruz.
Detalhes de Pálpebras.
Foto: Pedro Oswaldo Cruz.
Fonte: “A vanguarda de Tunga no espaço do consumo carioca”. Folha de S. Paulo, 1 de outubro de 1979.
Fonte: Jornal do Brasil, 1 de outubro de 1979.
O jornalista e curador Wilson Coutinho publica o texto “Os obscuros objetos do prazer”, no qual destaca aspectos importantes da obra de Tunga.
Fonte: Coutinho, Wilson. “Os obscuros objetos do prazer”. Arte Hoje, maio de 1979.
[Pálpebras], [1979-1981].
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
Sem título, [1979-1980], da série Tarsila como Curvas Francesas.
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli