Linha do tempo da vida e obra
Esta linha do tempo apresenta um panorama dos principais acontecimentos da vida e obra de Tunga, reunindo momentos de sua formação, lugares onde viveu, diferentes fases de sua produção, além de obras e exposições de destaque. O percurso também evidencia as conexões entre sua produção bidimensional e tridimensional, oferecendo uma visão geral de sua trajetória artística.
1952
Em 8 de fevereiro, às 11h55min, nasce Tunga, cujo nome completo é Antônio José de Barros Carvalho e Mello Mourão. É registrado em cartório em Palmares, Pernambuco, cidade onde nasceu sua mãe.
Tunga com 6 meses. Retrato tirado em Laranjeiras em 18 de agosto de 1952.
Tunga é filho do poeta e escritor Gerardo Majella e Mello Mourão e da ativista social Léa de Barros Carvalho e Mello Mourão. Neto do Major da Guarda Nacional Coriolano Ribeiro Mello Sampaio e da professora primária Esther Urcezina e Mello Mourão, seus avós paternos. E neto do Deputado e Senador Antonio de Barros Carvalho e de Lygia Freire de Barros Carvalho, seus avós maternos.
Tunga teve seu nascimento registrado em Pernambuco.
Certidão de Batismo de Tunga na Matriz do Cristo Redentor, Rio de Janeiro.
“Tunga é filho do poeta e escritor Gerardo Majella e Mello Mourão e da ativista social Léa de Barros Carvalho e Mello Mourão. Neto do Major da Guarda Nacional Coriolano Ribeiro Mello Sampaio e da professora primária Esther Urcezina e Mello Mourão, seus avós paternos. E neto do Deputado e Senador Antonio de Barros Carvalho e de Lygia Freire de Barros Carvalho, seus avós maternos.”
Fonte: Fernandes, Daniela “Olhar aguçado”, Trip, novembro de 2010.
A família reunida no batizado de Tunga.
Fonte: Mourão, Gerardo Mello. Um Senador de Pernambuco – Breve Memória de Antônio de Barros Carvalho. Rio de Janeiro: Topbooks, 1999.
1953-1955
A infância de Tunga se desenvolveu em um ambiente de vasta erudição, em uma família com tradição na atividade intelectual, entre professores, artistas e figuras atuantes na vida política.
Gerardo, Léa, Frieda [irmã das gêmeas Léa e Maura], Barros, Gonçalo e Tunga.
Fonte: Mourão, Gerardo Mello. Um Senador de Pernambuco – Breve Memória de Antônio de Barros Carvalho. Rio de Janeiro: Topbooks, 1999.
Léa, Gonçalo e Tunga junto a uma das portas da casa na Rua Rumânia, originalmente da antiga Catedral da Sé da Bahia, de 1551. Residência do avô Barros Carvalho.
Fonte: Mourão, Gerardo Mello. Um Senador de Pernambuco – Breve Memória de Antônio de Barros Carvalho. Rio de Janeiro: Topbooks, 1999.
Barros Carvalho com seus netos Tunga e Gonçalo.
Fonte: Mourão, Gerardo Mello. Um Senador de Pernambuco – Breve Memória de Antônio de Barros Carvalho. Rio de Janeiro: Topbooks, 1999.
Durante a infância de Tunga, sua família frequentava a casa de seu avô, o senador Antônio de Barros Carvalho, na Rua Rumânia, no Rio de Janeiro. Por um tempo, Alberto da Veiga Guignard viveu ali e, na época, pintou os tetos com uma paisagem de Olinda.
Retrato de Antônio Barros de Carvalho, avô de Tunga. Pintura de Candido Portinari, 1939.
Fonte: Projeto Portinari.
Paisagem de Olinda pintada por Alberto da Veiga Guignard na casa da Rua Rumânia.
Fonte: Morais, Frederico. A Olinda de Guignard na Casa de Barros Carvalho. Rio de Janeiro: Rio Arte, 1985.
Léa e Maura. Alberto da Veiga Guignard, 1940. Obra premiada no Primeiro Salão de Arte Moderna, no Rio de Janeiro.
Fonte: Museu Nacional de Belas Artes.
Maura e Léa.
A mãe e a tia de Tunga eram gêmeas idênticas e foram eternizadas na famosa pintura Léa e Maura, realizada por Alberto da Veiga Guignard em 1940.
Barros Carvalho com a esposa, Lygia Freyre, e as primeiras filhas, as gêmeas Léa e Maura, em Caxias, RS, Brasil.
A casa onde nasceram Léa e Maura, Palmares, município brasileiro do estado de Pernambuco, Brasil.
A mãe e a tia de Tunga eram gêmeas idênticas e foram eternizadas na famosa pintura Léa e Maura, realizada por Alberto da Veiga Guignard em 1940.
A casa onde nasceram Léa e Maura, Palmares, município brasileiro do estado de Pernambuco, Brasil.
A tia de Tunga, Maura Barros, era artista e expôs esculturas e tapeçarias em diversas exposições, mantendo contato constante com o sobrinho Tunga.
Livro A Olinda de Guignard na Casa de Barros Carvalho.
Léa e Maura retratadas por Nelson Nóbrega.
Fonte: Coleção Gonçalo Mello Mourão.
Maura Barros.
Fonte: Galeria Estação
Tunga tinha uma tia-avó artista, Lúcia Suané Carvalho Nóbrega, irmã de Barros Carvalho. Ela e seu marido, Nélson Nóbrega, também artista, retrataram familiares em suas pinturas.
1956-1957
Tunga cursa o ensino primário no Colégio Cirandinha, Rio de Janeiro.
Gonçalo e Tunga na formatura do jardim da infância, na Rua Dias da Rocha, Rio de Janeiro.
“[…] o Guignard morou na casa do meu avô, Antônio de Barros Carvalho, por uns três, quatro anos, e pintava tudo, pintava, pintava a mesa, pintava o teto, pintava. Conta a lenda familiar que ele também gostava de beber, e meu avô tinha uma adega, enfim, aquela coisa surreal: a adega diminuindo à medida que as pinturas aumentavam. – Tunga”
Fonte: Rosa, Rafael. Rafael Vogt Maia Rosa VS Tunga. Veículo não identificado. 17 de abril de 2014.
1958-1959
Tunga inicia seus estudos secundários no Colégio Padre Antônio Vieira, Rio de Janeiro.
Tunga com a turma do Colégio Padre Antônio Vieira.
Tunga (6 anos) e Gonçalo no apartamento da Rua Dias da Rocha.
Tunga e Gonçalo fazem a Primeira Comunhão na Igreja Santa Margarida Maria, na Lagoa, Rio de Janeiro.
A família na casa do avô, em Laranjeiras, Rio de Janeiro, em 1958. O pai, Gerardo, de óculos escuros, com Tunga e a mãe, Léa de Barros, sentados à sua esquerda.
Gonçalo e Tunga com uniforme do Colégio Padre Antônio Vieira.
“Nasci cercado de livros. Se tinha de ir pra casa do meu pai, era livro… Meu pai, Gerardo de Mello Mourão, era poeta, então era livro no banheiro, na sala, no meu quarto, no quarto do meu irmão, em tudo que era canto. – Tunga”
Fonte: Rosa, Rafael. Rafael Vogt Maia Rosa VS Tunga. Veículo não identificado. 17 de abril de 2014.
1960 - 1965
O pai onipresente, o jornalista e escritor Gerardo de Mello Mourão, foi crucial na formação do filho. Ao lançar seu primeiro livro, Valete de Espadas (1960), na livraria Da Vinci, no Rio de Janeiro, Gerardo, que falava oito línguas, abriu uma conta no local para Tunga, na época com 8 anos: “Eu e meu irmão sentávamos no chão para ler”.
Fonte: Fernandes, Daniela “Olhar aguçado”, Trip, novembro de 2010.
Léa, Gonçalo, Tunga e Gerardo.
Tunga com uniforme escolar.
“[…] fui criado em um meio onde a arte tinha uma vigência, uma importância muito grande. Meu avô era um grande colecionador de arte moderna, de arte barroca. Meu pai é um escritor, um poeta, com um círculo de amizades internacionais, tinha um contato muito grande já com a produção internacional de arte contemporânea, e, sobretudo, com gente de arquitetura. – Tunga”
Fonte: Torres, Fernanda; Telles, Martha. O papel da crítica na formação de um pensamento contemporâneo de arte no Brasil na década de 1970. Rio de Janeiro: Nau, 2023.
De 1964 a 1965, a família passa as férias no Chile, onde visita com frequência Viña del Mar.
1966-1967
Por conta da ditadura militar no Brasil, Tunga e sua família se mudam temporariamente para o Chile, onde seu pai opta pelo autoexílio.
Carteira escolar de Tunga de 1966. Colegio San Ignacio, Santiago, Chile.
Tunga estuda no Colegio San Ignacio, em Santiago, Chile.
Tunga e o irmão Gonçalo em La Serena, Chile, 1966.
“Foi uma época maravilhosa, porque no exílio ele [Gerardo, pai de Tunga] esteve envolvido em uma universidade no Chile que é a católica de arquitetura. E era uma universidade muito particular que foi fundada por poetas e arquitetos, eles estabeleceram que a arquitetura tinha que passar pela poesia. Diferente da maior parte da arquitetura que não é. E eu vivi muito intensamente esse tipo de coisa poética que a gente viveu no Chile naquele momento. – Tunga”
Fonte: Entrevista One on One – Tunga. Vídeo. Al Jazeera English, 2010.
No Chile, o pai de Tunga leciona na Universidade Católica de Valparaíso, onde, nos anos 1960, esteve envolvido com professores que fundaram a Ciudad Abierta, um campus experimental da Escola de Arquitetura de Valparaíso. Tunga convive por dois anos com os alunos do pai, que leciona nessa escola não ortodoxa.
Amereida, livro em forma de poesia sobre a didática pedagógica da Escola de Arquitetura de Valparaíso. Edição da biblioteca pessoal de Tunga.
Fonte: Amereida. Valparaíso: Taller de Investigaciones Gráficas, 1967.
Sem título, 1967.
Coleção: Instituto Inhotim
Foto: Jaime Acioli
1968
De volta ao Brasil, Tunga retoma os estudos no Colégio Padre Antônio Vieira, onde se forma em 1968.
Carteira escolar de Tunga. Colégio Padre Antônio Vieira, 1968.
Aos 15 anos, Tunga aparece pela primeira vez em um jornal ao lado de uma obra sua, junto a Bida, filho de Abdias do Nascimento, amigo de seu pai, Gerardo.
Na matéria, Tunga já demonstra uma visão clara sobre si mesmo: pretendia se formar em arquitetura, sem jamais se desvincular da prática artística.
Fonte: “Arte negra serve de pesquisa para mini-pintores”. Correio da Manhã, 17 de janeiro de 1968.
Na escola, Tunga propõe a criação de um jornal estudantil chamado A Palmeira.
Texto de Tunga sobre o jornal estudantil A Palmeira.
“Eu muito cedo comecei a me interessar por artes, pelo contexto da minha vida, contexto familiar, e frequentar galerias, vernissages, e era a Galeria Relevo, o lugar que eu ia, mas teve um dia que teve uma sessão de um filme, à meia noite, no Rian, e era um filme chamado Ver e ouvir, do Antônio Carlos Fontoura. Era um filme sobre quatro cavaleiros apocalípticos, na minha visão de 15 anos, 16 anos, e que eram o Roberto Magalhães, o Carlos Vergara, o Antônio Dias e o Rubens Gerchman. – Tunga”
Fonte: Tunga. Entrevista concedida a Clara Gerchman e Bernardo Vilhena, entre 2014-2015, para o Projeto “Rubens Gerchman: com a demissão no bolso”.
Sem título, 1968.
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
Sem título, [1968-1969].
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
1969
Tunga, Paulo Ramos Filho, Eduardo Prisco Paraíso Ramos e o irmão Gonçalo publicam o primeiro número de 9 NOVE, uma revista de poesia e desenho com cinco edições.
Capas da revista 9 NOVE.
Fonte: Coleção de Waltercio Caldas.
Fotos: Jaime Acioli.
Páginas da revista 9 NOVE.
Fonte: Edição de Waltercio Caldas.
Foto: Jaime Acioli.
Fonte: Silveira, Joel. “OS NOVE”. Diário de Notícias, 1970.
Tunga cursa um ano no Colégio Brasil-América, no Rio de Janeiro.
Carteira e histórico escolar.
Sem título, [1968-1969].
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
Sem título, [1968-1969].
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
Denúncias de Volume, 1969.
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
1970
Fonte: Correio da Manhã, 9 de setembro de 1970.
Tunga inicia o curso de arquitetura na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Santa Úrsula, no Rio de Janeiro.
Histórico escolar de Tunga na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Santa Úrsula.
Fonte: “Feira-70 será original até na decoração: Tunga e Fábio têm ideias novas para as barracas”. Correio da Manhã, 1970.
Tunga participa da realização do projeto da Feira da Providência de 1970, sendo responsável pela decoração de todo o setor da Guanabara, que foi destaque em jornal.
Curriculum Vitae de Tunga como arquiteto (década de 1970).
Tunga inicia experiência profissional no campo da arquitetura.
Sem título, [1969-1970].
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
Sem título, [1970].
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
1971
Fonte: “”Phalene”, um ato poético”. Correio da Manhã, 13 de janeiro de 1971.
Junto a seu pai, irmão e outros companheiros no Brasil, Tunga realiza o Ato Poético – Phalene, que é divulgado em jornal.
Sem título, [1971-1972].
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
1972
Tunga contribui para os quatro primeiros números da revista Lugar em Comunicação, editada por M.D. Magno entre 1972 e 1977.
Aquarelas publicadas nas contracapas dos quatro primeiros números da revista Lugar em comunicação, editada por M.D Magno.
Fonte: Coleção de Everardo Miranda.
Foto: Jaime Acioli.
“Conheci o Ronaldo Brito na casa do Magno, psicanalista, a pessoa que escreveu meu primeiro texto. O Magno catalisava um pouco o pensamento da gente. Enfim, sempre foi um grande leitor, acho eu, um grande pensador. A gente se encontrava sistematicamente na casa dele para conversar. As descobertas vinham um pouco desse diálogo. – Tunga”
Fonte: Torres, Fernanda; Telles, Martha. O papel da crítica na formação de um pensamento contemporâneo de arte no Brasil na década de 1970. Rio de Janeiro: Nau, 2023.
Sem título, 1972.
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
Sem título, 1972.
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
1973
Tunga participa de sua primeira exposição internacional, realizada no Instituto de Arte de Valparaíso, no Chile.
Currículo de Tunga nos anos 1970.
“Tínhamos contato com a escola de arquitetura de Viña del Mar Val Paraíso, um grupo de poetas que tinha fundado essa escola, extremamente experimental, onde se ensinava arquitetura fazendo-se arquitetura. Eles tinham um terreno avançado da escola, uma imensa praia, mais ou menos como a Barra da Tijuca, onde os estudantes não tinham prazo para se formar. Eles iam para lá construir suas próprias casas, construíam a ágora, construíam o palácio da musa. – Tunga”
Fonte: Torres, Fernanda; Telles, Martha. O papel da crítica na formação de um pensamento contemporâneo de arte no Brasil na década de 1970. Rio de Janeiro: Nau, 2023.
Sem título, [1969-1973].
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
1974
Tunga conclui o curso de arquitetura e obtém seu diploma de arquiteto pela Universidade Santa Úrsula, no Rio de Janeiro.
Diploma de arquitetura concedido a Tunga em 1975 pela Universidade Santa Úrsula.
“[…] a minha geração toda, e acho que toda a geração anterior, fez arquitetura. A geração anterior àquela fez direito, a geração posterior fez desenho industrial, e agora se faz informática. Então, é um pouco a perspectiva de ter um pensamento atual. No caso da geração que precede a minha, era o sonho de estar trabalhando com uma coisa ligada à poesia e que fosse efetiva na sociedade, e, ao mesmo tempo sobreviver, porque não passava pela cabeça de ninguém sobreviver como artista. Isso não existia. – Tunga”
Fonte: Torres, Fernanda; Telles, Martha. O papel da crítica na formação de um pensamento contemporâneo de arte no Brasil na década de 1970. Rio de Janeiro: Nau, 2023.
Tunga realiza a exposição individual Museu da Masturbação Infantil, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.
Fonte: “Exposição e Tunga é o grande sucesso”. Gazeta de Notícias, 23 de junho de 1974.
Fonte: “O mundo erótico de Tunga”. Diário de Notícias, 19 de junho de 1974.
Carteira e histórico escolar.
Carteira e histórico escolar.
Fonte: “Os traços do inconsciente”. O Globo, 2 de julho de 1974.
Sem título, 1970-1975.
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
[O Perverso], 1974.
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
Charles Fourier, 1974.
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
1975
Foto: Antônio Cleber Araújo.
A exposição individual Tunga – Ar do Corpo acontece no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.
Fonte: “Tunga no MAM do Rio”. A Gazeta, 17 de novembro de 1975.
Objeto do Conhecimento Infantil.
Foto: Renato Laclette.
Da Pele.
Foto: Renato Laclette.
Matérias do Desejo.
Foto: Renato Laclette.
Tunga realiza extensão universitária no Chile, na Escola de Arquitetura da Universidade Católica de Valparaíso.
Curriculum Vitae de Tunga como arquiteto (década de 1970).
A publicação que acompanha a exposição inclui uma série de fotos de Tunga manuseando um dos objetos, registradas pelo fotógrafo Renato Laclette. O texto crítico, intitulado Transparência do desejo, é assinado pelo crítico Ronaldo Brito, com design do professor e curador Paulo Venancio Filho.
Capa e fotos internas do catálogo da exposição.
Foto: Rafael Adorján.
Fonte: Tunga. Catálogo da exposição. Rio de Janeiro: Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM Rio), novembro de 1975
Um trabalho paralelo à obra é o filme O Ar do Corpo (1975), com gravação de João Lanari.
Bastidores da gravação.
Fotos: João Lanari.
Filme O Ar do Corpo.
Fonte: Filmado por João Lanari.
Sem título, 1975.
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
[Circuito com Neutro], 1975.
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
1976
Tunga visita Bruxelas com sua tia Maura.
Maura de Barros em seu ateliê.
Fotos: Alain d’Espa.
Tunga colabora na revista Malasartes, editada entre setembro de 1975 e junho de 1976 por um grupo de jovens artistas e críticos, incluindo Cildo Meireles, Waltercio Caldas, Carlos Vergara, Bernardo Vilhena, Carlos Zílio, Ronaldo Brito, José Resende, Luiz Paulo Baravelli e Rubens Gerchman. Com três edições publicadas, a revista oferece um panorama da produção artística daquele período. Tunga participa de duas dessas edições.
Na publicação de 1976, ele escreve o ensaio “Prática de claridade sobre o nu”, um texto fundamental para a compreensão de sua obra.
Piscina.
Lavatório/Inundação.
Nadar.
Play-Ground.
Fonte: Tunga. “Prática de claridade sobre o nu”. Malasartes, 1976.
“[…] a Malasartes foi uma confluência, quase que uma grande abertura de linhas, de pessoas em um dado momento político, que viam a possibilidade de juntar forças, apesar das diferenças de direções, de tendências, ou ideológicas, e de criar um pouco o que seria a frente ampla que politicamente se criou, culturalmente. – Tunga”
Fonte: Tunga. Entrevista concedida a Clara Gerchman e Bernardo Vilhena, entre 2014-2015, para o Projeto “Rubens Gerchman: com a demissão no bolso”.
Tunga e a montagem de Piscina.
Foto: Renato Laclette.
Tunga vive em Paris. Matricula-se na Universidade de Vincennes, atual Universidade de Paris VIII, onde inicia um mestrado em filosofia.
Fonte: Gazeta Esportiva, 27 de junho de 1976.
“Era o auge do estruturalismo e se lia muito, se discutia muito. Então resolvi vir pra cá (Paris) para respirar um pouco esses ares e fazer as leituras que eu tinha que fazer. – Tunga”
Fonte: Fernandes, Daniela “Olhar aguçado”, Trip, novembro de 2010.
Tunga realiza as obras Vê-nus.
Vê-nus.
Foto: Renato Laclette.
Vê-nus.
Foto: Renato Parada.
Vê-nus.
Tunga durante montagem de Vê-nus no Rio de Janeiro.
Fotos: Miguel Rio Branco.
Sem título, [1976-1977].
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
Sem título, [1976].
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
Sem título, [1976].
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
Vê-nus, [1976-1978], da série Vê-nus.
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
1977
Foto: Miguel Rio Branco.
Tunga assina o projeto arquitetônico da sede da Caixa Econômica Federal em Petrópolis, Rio de Janeiro, realizado em parceria com o arquiteto e artista Everardo Miranda. Nessa época, Tunga é seu sócio no escritório Euricles de Matos, em Laranjeiras, onde atua como desenhista por cerca de dois anos.
Fonte: Diário de Petrópolis, 1978.
“É evidente que a reflexão na arquitetura termina marcando. Influencia o fato de ter trabalhado intensamente na arquitetura, no escritório, na medida em que a noção do projeto é uma noção que você introjeta e termina sendo algo efetivo para o resto da sua vida. A complexidade com que a arquitetura tem que lidar deve ser transposta para a arte. – Tunga”
Fonte: Torres, Fernanda; Telles, Martha. O papel da crítica na formação de um pensamento contemporâneo de arte no Brasil na década de 1970. Rio de Janeiro: Nau, 2023.
Tunga participa da publicação O mar a Pele, com texto de Ronaldo Brito, fotos de Arthur Omar e projeto gráfico de Paulo Venancio Filho.
O Mar a Pele.
Realiza a obra São João Batista.
São João Batista.
Foto: Doug Baz.
Sem título, [1977-1980], da série São João Batista.
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
Sem título, [1977-1980], da série São João Batista.
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
1978
Fonte: Jornal União, junho de 1979.
Tunga volta para o Rio de Janeiro.
Grupo Santa Hermandad Orquídea com a família de Tunga. Da esquerda para a direita: Tunga, João Batista Lanari Bó, Juan Raúl Young, Gerardo Mello Mourão, Napoleão Lopes Filho, Léa de Barros Carvalho e Mello Mourão, Godofredo Iommi, Vera Regina Barreto Brandão, pessoa não identificada, Abdias Nascimento e Abdias Nascimento Filho, Antônio Cleber Araújo e Bida.
Fonte: Escuela de Arquitectura y Diseño, PUCV.
Sua família se reúne com a Santa Hermandad Orquídea, grupo criado no Rio de Janeiro, no final da década de 1930, do qual Gerardo fazia parte junto a outros poetas e artistas: Godofredo Iommi, Efrain Tomás Bó e Juan Raúl Young, argentinos, e os brasileiros Napoleão Lopes Filho e Abdias Nascimento.
Tratado de la Santa Hermandad Orquídea, livro publicado pelo grupo em 1941.
Fonte: Coleção de Waltercio Caldas.
Sem título, [1978-1984], da série Cenas Brasileiras.
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
1979
Fonte: Folha de São Paulo, 1 de outubro de 1979.
Tunga cria a obra Pálpebras e a apresenta na exposição individual de mesmo nome no Núcleo de Arte Contemporânea, em João Pessoa, Paraíba, e posteriormente no Centro Cultural Cândido Mendes, no Rio de Janeiro. A curadoria é de Paulo Sergio Duarte, que havia conhecido Tunga em Paris.
Pálpebras.
Foto: Pedro Oswaldo Cruz.
Detalhes de Pálpebras.
Foto: Pedro Oswaldo Cruz.
Fonte: “A vanguarda de Tunga no espaço do consumo carioca”. Folha de S. Paulo, 1 de outubro de 1979.
Fonte: Jornal do Brasil, 1 de outubro de 1979.
O jornalista e curador Wilson Coutinho publica o texto “Os obscuros objetos do prazer”, no qual destaca aspectos importantes da obra de Tunga.
Fonte: Coutinho, Wilson. “Os obscuros objetos do prazer”. Arte Hoje, maio de 1979.
[Pálpebras], [1979-1981].
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
Sem título, [1979-1980], da série Tarsila como Curvas Francesas.
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
2019
Exposição Tunga, na Galleria Franco Noero, Itália
Fotos: Sebastiano Pellion di Persano
Tunga
Galleria Franco Noero, Turim, Itália
17 de abril–20 de junho de 2019.
Exposições coletivas
Feche os Olhos e Veja
Almeida & Dale, São Paulo, Brasil. Curadoria: Galciani Neves. Link.
Vaivém
Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB SP), São Paulo, Brasil. Viajou para: Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB Brasília), (CCBB RJ), (CCBB BH). Curadoria: Raphael Fonseca.
A Parte Maldita: Um Esboço
SIM Galeria – D-Lab, São Paulo, Brasil. Curadoria: Ricardo Sardenberg.
Prints and Editions
Luhring Augustine, Nova York, EUA. Link.
2020
Publicação do livro Tunga, por Catherine Lampert
Tunga
Catherine Lampert.
São Paulo: Cosac Naify, 2020.
Fotos: Matt Greenwood
Exposições coletivas
Realce
Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM Rio), Brasil. Curadoria: Keyna Eleison e Pablo Lafuente. Link.
Pinacoteca: Acervo
Pinacoteca do Estado de São Paulo, Brasil. Link.
Decategorized – Artists From Brazil
Fundación ArtNexus, Bogotá, Colombia. Curadoria: Celia Sredni de Birbragher e Francine Birbragher-Rozencwaig.
Destaques do Acervo
Galeria Raquel Arnaud, São Paulo, Brasil. Link.
2000
Fonte: Correio da Manhã, 9 de setembro de 1970.
Tunga participa da 5ª Biennale d’Art Contemporain de Lyon, onde apresenta Lúcido Nigredo et Son Ombre (1998). A obra é registrada em vídeo por Shelagh Wakely.
Lúcido Nigredo et Son Ombre.
Fotos: Ivana Monteiro.
“A arte surgiu e surge a cada momento da minha vida. Agora o que se faz diferente, o fato de ser considerado artista, é que prestei atenção nisso. – Tunga”
Fonte: Tunga – Ideógrafo. Vídeo. Ideógrafo, 2014.
A exposição coletiva The Quiet In The Land, relacionada ao Projeto Axé e Quietude da Vida, acontece no Museu de Arte Moderna da Bahia, em Salvador, onde Tunga apresenta Salitre, Enxofre e Carvão.
Salitre, Enxofre e Carvão.
Fonte: “The Quiet in the Land”. Art Journal, 2000.
Foto: France Morin.
Salitre, Enxofre e Carvão ganha uma nova versão através de performance realizada pelo artista Cabelo.
Tunga é nomeado Chevalier des Arts et des Lettres (Cavaleiro das Artes e das Letras) pelo Ministério da Cultura da França e é indicado ao Hugo Boss Award, concedido pelo Guggenheim Museum, em Nova York.
Certificado de nomeação.
Têm início as primeiras versões de Mondrongos, trabalhos que ao longo dos anos integrarão diversas instalações e instaurações.
Ideia inicial de Mondrongo moldado em cera.
Tunga e Mondrongos.
True Rouge Shadow with Profile I, II, III, IV and V, 2000, da série True Rouge.
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Wilton Montenegro
T.R. Axiomatic No. III, 2000/2003, da série True Rouge.
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Wilton Montenegro
[The Splash of a Drop], [2000-2003], da série A Bela e a Fera.
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
2001
Foto: Cordelia Fourneau de Mello Mourão.
Tunga realiza a exposição individual Tunga: La Belle et la Bête na Christopher Grimes Gallery, em Santa Monica.
La Belle et la Bête.
Fotos: Joshua White.
La Belle et la Bête.
Foto: Larry Lamay.
Tunga participa da exposição coletiva Metro – A Metrópole em Você, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB SP), em São Paulo, onde realiza a instauração Resgate.
Resgate.
Foto: Ricardo Barcelos.
Uma variação de Resgate é apresentada na exposição individual Assalto, no Centro Cultural Banco do Brasil, em Brasília, onde recebe o título de Assalto.
Tunga realiza a instauração Imersão Temperança.
Imersão Temperança.
Foto: Wilton Montenegro.
“[…] quando eu faço uma escultura, um desenho, uma performance, o que quer que seja, é um momento de consolidação de um pensamento. – Tunga”
Fonte: Tunga, O Espaço é do Artista. Vídeo. Ruth Chindler, 2014.
A instauração La Belle et la Bête, Clones é exibida na exposição coletiva Las Pasiones – El Cuerpo del Arte, na Bienal de Valência.
Mondrongos na Bienal de Valência.
Foto: Daniel Rangel.
A instauração Pequeno Milagre é montada em Botafogo, no Rio de Janeiro, e registrada no vídeo Milagrinho – Um Sonho do Barrio, de Miguel Pachá.
Sem título, [2001], da série Tríade Trindade.
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
Sem título, 2000-2001, da série A Bela e a Fera.
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
Sem título, 2000-2001, da série A Bela e a Fera.
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
2002
Foto: Claudia Terstappen.
Apresenta Nociferatu Spectrum, acompanhada de uma instauração no Centre de la Vieille Charité, composta por um conjunto de peças desenvolvidas anteriormente no Centre International de Recherche sur le Verre et les Arts Plastiques (CIRVA), em Marselha, França.
Apresentação de Nociferatu Spectrum e instauração no Centre de la Vieille Charité.
Fotos: Claudia Terstappen.
Apresentação de Nociferatu Spectrum e instauração no Centre de la Vieille Charité.
Fotos: Claudia Terstappen.
Tunga no CIRVA.
Foto: Luis Elzeard.
Os Mondrongos reaparecem como joias nas obras As Joias da Bela e da Fera e Afinidades Eletivas – Miniatura Monumental.
Miniatura Monumental.
Foto: Gabi Carrera.
As Joias da Bela e da Fera.
É inaugurada a Galeria True Rouge em Inhotim, com projeto de Paulo Orsini. A galeria é a primeira a exibir permanentemente o trabalho de um único artista, apresentando a instalação True Rouge.
Galeria True Rouge, Inhotim.
Foto: Eduardo Eckenfels
Galeria True Rouge, Inhotim.
Foto: Daniela Paoliello
A exposição individual Tunga é realizada na Luhring Augustine Gallery, em Nova York, onde o artista apresenta a instauração A Prole do Bebê.
A Prole do Bebê.
Foto: Cortesia Luhring Augustine Gallery.
Sem título, [2002-2004], da série Afinidades Eletivas.
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
Sem título, [2002-2008], da série Afinidades Eletivas.
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
2003
Tunga realiza a instauração Encarnações Miméticas, na Floresta da Tijuca e Mondrongos Jambo e Experiência com Ynaiê em sua casa, no Rio de Janeiro.
Mondrongos Jambo
Foto: Thiago Rocha Pitta.
Tunga realiza a instauração Se Essa Rua Fosse Minha em São Cristóvão, no Rio de Janeiro.
Se Essa Rua Fosse Minha.
Foto: Wilton Montenegro.
Realiza a instauração Egypsiaca e a Fênix em sua casa, no Rio de Janeiro, registrada em vídeo por Shelagh Wakely.
“[…] é preciso que o público que vai ver arte não se comporte apenas como espectador distante. É preciso que estas pessoas estejam conscientes de que estão ali fazendo arte ao estarem vendo arte, e que são tão artistas quanto aqueles que estão apresentando. – Tunga”
Fonte: Monteiro, Maria. “Tunga “Sou um encenador””. S.A.X. Magazine, 2006.
Egypsiaca e a Fênix.
Fotos: Wilton Montenegro.
Threatened Witness Series: Mimetic Make-up Number, 2002/2003.
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Wilton Montenegro
2004
A exposição individual Afinidades Eletivas e Laminadas Almas é apresentada na Galeria Millan, em São Paulo.
Afinidades Eletivas.
Fotos: Ivana Monteiro.
Laminadas Almas.
Foto: Liu Lage.
Tunga produz o filme Quimera em parceria com o cineasta Erick Rocha. O filme é exibido no Festival de Cannes, concorrendo na categoria de curta-metragem. Atualmente, o filme integra a coleção permanente do Centre Georges Pompidou, em Paris.
Filme Quimera.
Recebe o Prêmio Palma de Ouro do Festival de Cannes pelo filme Quimera.
Sem título, 2004.
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
2005
Foto: Thomas Coex.
Tunga apresenta a instalação monumental À La Lumière des Deux Mondes na Pirâmide do Louvre, em Paris.
À la Lumière des Deux Mondes.
Foto: Angèle Dequier.
Detalhes de cabeças de À la Lumière des Deux Mondes, 2005.
Fotos: Emmanuel Sarnin.
Participa da exposição The Art of Chess na Gary Tatintsian Gallery, em Moscou, onde apresenta Olho por Olho.
Olho por Olho.
Foto: Liu Lage.
Tunga recebe o Artes Mundi Prize, no País de Gales.
“Fazer arte é criar densidades, é criar complexidades, criar camadas de sentidos, que se desdobram no tempo e criam sentidos novos. O mistério está aí porque a arte nunca se revela integralmente, nunca se desnuda totalmente. Haverá sempre ossos para trás. – Tunga”
Fonte: Simões, Alessandra. “Tunga o artista que veio de Vênus”, Bien’Art, 2006.
Tunga adquire um espaço próximo à sua casa na Rua Sorimã, que chama de “Laboratorium” e também “Laboratório Agnut”, localizado na Estrada do Joá, onde hoje funciona a sede do Instituto Tunga.
Foto: Gabi Carrera.
Tunga realiza o filme Medula, em parceria com Eryk Rocha.
Stills do filme Medula.
À Luz de Dois Mundos, [2004-2005], da série À la Lumière des Deux Mondes.
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
Cinquième Jour, 2005, da série A Cada Doze Dias Uma Carta.
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
2006
Fonte: Monteiro, Maria. “Tunga “Sou um encenador””. S.A.X. Magazine, 2006.
Foto: Douglas Garcia.
A exposição Tunga é realizada na Galeria de Arte Manoel Macedo, em Belo Horizonte, onde a obra Em Noite Escura é apresentada.
Em Noite Escura.
Foto: Otávio Schipper.
Foto: Liu Lage.
Foto: Renato Parada.
“Eu acho que ser artista é ser teórico da arte. Só que essa teoria se exerce não numa linguagem discursiva acadêmica e sim no fazer, na interferência desse fazer, nas consequências desses fazer sobre o meio onde ele atua e sobre o tempo e a história. – Tunga”
Fonte: Simões, Alessandra. “Tunga o artista que veio de Vênus”, Bien’Art, 2006.
Tunga participa da exposição coletiva Câmaras de Luz, no Oi Futuro, Rio de Janeiro, onde apresenta a instalação cinemática Lâmina/Película/Musca Doméstica, composta pela projeção do filme Laminadas Almas, de Erick Rocha, sobre um viveiro de moscas.
Coleção: Instituto Tunga
2007
A exposição Tunga, Laminadas Almas – À Luz de Dois Mundos acontece no MoMA PS1, em Nova York, onde o artista apresenta À La Lumière des Deux Mondes e obras relacionadas à instauração Laminadas Almas.
Sem título.
Foto: Renato Parada.
La Mouche.
Foto: Ellen Page Wilson.
Tunga com asa.
Foto: Maycon Lima.
Dark Wing with Pin.
Foto: Liu Lage.
Love Me Knot.
Foto: Ellen Page Wilson.
Tunga e crânios.
Foto: Gabi Carrera.
Ao comemorar dez anos, a Cosac Naify lança Tunga (caixa de livros), um projeto editorial que reúne sete volumes em distintos formatos sobre a obra de Tunga.
Capa e livros do interior da caixa.
Fonte: Tunga (caixa de livros). São Paulo: Cosac Naify, 2007.
O livro recebe o Prêmio Jabuti da Câmara Brasileira do Livro.
“Ninguém sabe, a rigor, que destino pode ter um livro. Quantas vezes já encontramos um perdido num sebo? Eu me divirto com a ideia de pensar na autonomia e na independência dos volumes. Nesse sentido, são garrafas jogadas no mesmo mar, não são mais barcos. – Tunga”
Fonte: Velasco, Suzana. “Sete garrafas imantadas no mar de Tunga“. O Globo, 23 de novembro de 2007.
Tunga realiza a exposição Dessins Érotiques na Galeria Daniel Templon, em Paris, onde apresenta a série A Cada Doze Dias Uma Carta.
Vista da exposição Dessins Érotiques.
Foto: Galerie Daniel Templon.
Woman With Skull, 2007.
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Otavio Schipper
Sem título, [2007-2008], da série Psicopompos.
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
2008
Foto: Florence Lobet.
Tunga projeta a obra Psicopompos para o “caminho das esculturas”, no Château La Coste, região da Provence, França.
Psicopompos no Château La Coste.
Fotos: Remi Santolaria.
“É esse o território da minha investigação: como podemos conectar duas coisas inteiramente diversas e a partir dessa conexão criar algo também distinto. E como essa coisa que surge pode nos surpreender. – Tunga”
Fonte: Cohn, Sergio; Cezarino, Pedro; Neto, Renato. Azougue: edição especial 2006-2008. Rio de Janeiro: Beco do Azougue, 2008.
Tunga procura o cristal para ser usado na obra do Chatêau La Coste.
É realizada a exposição Tunga: Apesar de Leves “Plumbeo Sapiens”, na Galeria Paulo Darzé, em Salvador, onde Tunga apresenta Balangandã e Sem título (abaixo).
Balangandã.
Foto: Renato Parada.
Sem título.
Foto: Renato Parada.
Sem título, [2007-2008], da série Psicopompos.
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
2009
A exposição Quase Auroras: Phanografias acontece na Galeria Millan, em São Paulo, onde Tunga apresenta a série de desenhos Quase Auroras e Phanógrafo Policromático de Deposição.
Phanógrafo Policromático de Deposição.
Foto: Liu Lage.
Tunga e Phanógrafo.
Tunga participa da 3ª Bienal de Moscou, no Garage Museum of Contemporary Art, onde apresenta Cooking Crystals.
Cooking Crystals.
Foto: Otavio Schipper.
Steel Pod.
Concebe as obras Estojo e Portal.
Estojo.
Foto: Gabi Carrera.
Tunga e Estojo.
Foto: Otavio Schipper.
Vers La Voie Humide I.
Foto: Cortesia Galerie Pièce-Unique.
“Como de uma garrafa
A luz
Modela diferente
Uma sombra projetada
Na maneira de
Um portal onde
Uma garrafa
Emana odores
De auroral orvalho. –Tunga”
Fonte: [Descrição de estados físicos pelos químicos]. Apontamento do artista. Novembro de 2010.
Phanografia, 2009, da série Quase Auroras.
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
Phanografia, 2009, da série Quase Auroras.
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli