1980
Tunga participa da revista A Parte do Fogo.
Fonte: Lemos, Fernando. “A Parte do Fogo”. Opinião, 3 de setembro de 1976.
Fonte: A Parte do Fogo, 1 de março de 1980.
Pálpebras e texto de Paulo Sérgio Duarte publicado em A Parte do Fogo.
Tunga realiza a exposição individual Tunga: Esculturas e desenhos no Pavilhão Victor Brecheret do Espaço ABC (Arte Brasileira Contemporânea), no Parque da Catacumba, Rio de Janeiro, que inclui a obra São João Batista. A curadoria é do crítico, e professor de história da arte Paulo Sérgio Duarte.
Vista da exposição.
Tunga atua como editor de arte do quinto número da série Cadernos Rioarte.
Fonte: Faria, Marcelo. “Funarte lança Caderno Lilás”. Jornal do Commercio, 1986.
Sem título, 1980.
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
1981
Fonte: Everardo Miranda.
Nasce Antônio, filho de Tunga e da artista Lilian.
Tunga com o filho Antônio em seu apartamento no Leblon, Rio de Janeiro.
Tunga visita Pequim com os pais.
Tunga e sua mãe Léa no Palácio de Verão, em Pequim.
Tunga e a Muralha da China.
Tunga participa da 16ª Bienal de São Paulo com a obra ÃO.
Still da obra ÃO.
Foto: Murilo Salles.
O dia da gravação de ÃO.
Imagem topológica do toro.
Tunga na montagem de ÃO.
Foto: José Roberto Cecato.
“[…] volta e meia, você tem um retorno ao mesmo lugar. Esse retorno é o mesmo lugar e nunca é o mesmo lugar, eu acho que tem uma estrutura temporal que rege, que está na base mesmo dessa forma de pensar. E eu anuncio isso de maneira muito clara com o Toro. – Tunga”
Fonte: Encontro com Tunga. Vídeo. O Sítio Arte, Educação, Coworking, 2015.
Tunga participa da 16ª Bienal de São Paulo com a obra ÃO.
Tunga expõe no Centro Iniziative Culturali Pordenone, na Itália, na mostra Spazio Aperto – 123ª Mostra d’Arte (maio-junho de 1981), onde volta a apresentar São João Batista (1977).
Fonte: Spazio Aperto. Folder da exposição. Centro Iniziative Culturali Pordenone, Pordenone, Itália, maio-junho de 1981.
Sem título, [1981-2007].
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
Sem título, [1981-2007].
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
1982
Tunga participa da 40ª Bienal de Veneza, com a série Albinos.
Albinos.
Fonte: Biennale di Venezia 82. Cartaz da exposição, Veneza, Itália, 13 de junho-12 de setembro de 1982.
Fonte: “Em Veneza”. Cidade de Santos, 6 de junho de 1982.
Sem título, [1980-1983], da série Toro.
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
1983
Tunga realiza a exposição As Joias de Madame de Sade no Gabinete de Arte Raquel Arnaud Babenco, em São Paulo, onde apresenta Les Bijoux de Madame de Sade e Toro.
Les Bijoux de Madame de Sade e Toro.
Fotos: Renato Parada
Fonte: Filho, Antônio. “Tunga, ousadia em forma de escultura”. Folha de S. Paulo, 14 de junho de 1983.
Vista da exposição no Gabinete de Arte Raquel Arnaud Babenco, São Paulo.
Fotos: Romulo Fialdini.
Tunga se muda para uma casa na Rua Sorimã, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro.
“Eu tinha pensado que a ideia de representar o toro implicava representar o instante, um instante fechado. Uma forma fechada, contínua, que fosse pensada num átimo, no menor grão de tempo que a gente possa conceber. – Tunga”
Fonte: Fraga, Marina. “Carbono entrevista Tunga”. Carbono, 6 de dezembro de 2012.
Sem título, [1983-2011], da série Les Bijoux de Madame de Sade.
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
1984
É a realizada a exposição Tunga, onde apresenta um conjunto de tranças na Galeria GB Arte, no Rio de Janeiro.
Trança.
Foto: Rômulo Fialdini.
Tunga produzindo uma trança.
Tunga realiza as obras Prótese, Revê-la Antinomia e Pintura Sedativa.
Tunga e Revê-la Antinomia.
Pintura Sedativa.
Vista da obra na exposição Tunga: 1977-1997, Center for Curatorial Studies at Bard College, NY, 1997.
Foto: Cordelia Fourneau de Mello Mourão.
“Escrever é uma coisa que faz parte dos meus planos e do meu trabalho. A imaginação num texto de ficção solicita um espaço ou objetos que às vezes não estão no real. Por força disso, eu os construo. – Tunga”
Fonte: Documentário Inhotim: episódio Tunga. Vídeo. Netflix, 2018.
Tunga participa do Festival de Utopia no Centro Cultural Alceu Amoroso Lima, em Petrópolis, onde apresenta a performance Xifópagas Capilares entre Nós.
A foto da performance integra o encarte da Revista da Prática Freudiana – Revirão 2.
O encarte reúne escritos ficcionais de Tunga que permeiam as obras realizadas até aqui.
Encarte da Revista da Prática Freudiana – Revirão 2.
Sem título, c. 1984, da série Pintura Sedativa.
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
Xifópagas Capilares entre Nós, 1984.
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Manuel Valença
1985
A exposição individual Tunga acontece no Gabinete de Arte Raquel Arnaud Babenco, em São Paulo, onde Tunga expõe longas cabeleiras como Escalpo e Troféu.
Troféu.
Vista da montagem da obra na exposição Tunga, no Museo de Arte Contemporáneo de Monterrey (MARCO), México, 2001.
Foto: Cordelia Fourneau de Mello Mourão.
Fonte: Abramo, Radha. “Belo ritual de passagem”. Folha de S. Paulo, 26 de abril de 1985.
Vista da exposição, com peruca utilizada anteriormente na performance Xifópagas Capilares entre Nós.
Foto: Romulo Fialdini.
Fonte: Tunga. Catálogo da exposição. São Paulo: Gabinete de Arte Raquel Arnaud Babenco, 1985.
Tunga contribui com trabalhos para a série Cadernos Rioarte, com direção de Gerardo Mello Mourão.
Tunga recebe o Prêmio Museo de Arte Moderno de Caracas, Venezuela.
A performance A Vanguarda Viperina é apresentada pela primeira vez no Instituto Vital Brazil, em Niterói.
Processo de trançamento das serpentes no Instituto Vital Brazil.
Performance no Instituto Vital Brazil, Rio de Janeiro, na qual as cobras se destrançaram após o efeito da sedação.
Integram a obra Vanguarda Viperina os escritos de Tunga intitulados T.N.A e Desvios Sócio-Biológicos em Espécimes Bothrops.
Textos de Tunga.
Textos de Tunga.
Sem título, [1985-1989], da série A Vanguarda Viperina.
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
Sem título, [1985-1989], da série A Vanguarda Viperina.
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
A Vanguarda Viperina, [1985], da série A Vanguarda Viperina.
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Lucia Helena Zaremba
1986
Acontece a exposição individual Tunga: Esculturas, na Galeria Saramenha, Rio de Janeiro, da qual fazem parte TaCaPe e Bordas.
TaCaPe.
Vista da montagem da obra na exposição Tunga: Conjunções Magnéticas, Instituto Itaú Cultural / Instituto Tomie Ohtake, São Paulo, 2022.
Foto: Renato Parada.
Tunga e obras da década de 1980, à esquerda TaCaPe e Trança e à direita Pintura Sedativa e cabeleira.
Tunga e tecido para Pintura Sedativa.
Foto: Lucia Helena Zaremba.
Tunga inicia a produção de Eixos Exógenos.
Eixo Exógeno.
Eixo Exógeno.
Tunga e o processo de concepção do eixo em madeira.
Obras da década de 1980. Eixo Exógeno, TaCaPe, Trança, cabeleira, Pintura Sedativa e Revê-la Antinomia.
Foto: Marcia Kranz.
Tunga recebe o Prêmio Governo do Estado do Rio Grande do Sul – Destaque Desenho Brasileiro, no Museu de Arte do Rio Grande do Sul (MARGS), em Porto Alegre.
Sem título, [1984-1987], da série Bordas.
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
Sem título, c. 1986, da série TaCaPe.
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
Sem título, [1986-2000], da série Eixo Exógeno.
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
Sem título, [1986-2000], da série Eixo Exógeno.
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
1987 - 1988
Foto: Still do filme “O Nervo de Prata” (1987).
Tunga participa da 19ª Bienal Internacional de São Paulo, onde apresenta a obra Gravitação Magnética.
Gravitação Magnética na Bienal de São Paulo.
Foto: Romulo Fialdini.
Tunga e a maquete da obra.
Tunga e Gravitação Magnética na Bienal.
Fonte: “Tunga”. Folha de S. Paulo, 2 de outubro de 1987.
Tunga e molde de sua cabeça para a obra.
Manuscrito do poema de Tunga que também é utilizado como título da obra Gravitação Magnética.
“Minha obra trabalha com a estranheza, com o choque, mas ela tem diversas portas de entrada, que podem ser esta compreensão teórica que eu tenho, ou diversas outras. E as minhas peças têm empatia, têm uma coisa emocional. – Tunga”
Fonte: Martins, Alexandre. “A arte metafísica de Tunga“. O Globo, 11 de outubro de 1987.
Tunga realiza a performance Semeando Sereias, cujo registro fotográfico resultou na série Semeando Sereias (1987-1998), fotografada por Wilton Montenegro.
Tunga produz filme O Nervo de Prata, em parceria com o cineasta Arthur Omar.
Stills do filme O Nervo de Prata.
Fonte: “Tunga em vídeo“. O Globo, 28 de setembro de 1987.
Na ocasião, Wilton Montenegro realiza o registro fotográfico de uma nova apresentação da performance Xifópagas Capilares entre Nós.
Tunga recebe o Prêmio Tucano de Prata do FestRio, no Rio de Janeiro, pelo filme O Nervo de Prata, além dos prêmios de Melhor Vídeo e Melhor Fotografia no Festival de Cinema e Vídeo do Maranhão, em São Luís.
“Tenho uma relação muito fraterna, muito amigável com o vídeo. Tenho para mim que o vídeo funciona como um instrumento narrativo de uma história. Então a investigação da linguagem não chega a ser a coisa central. É uma imersão numa série de narrativas ficcionais que de algum modo pensam teoricamente o percurso de uma série de trabalhos. – Tunga”
Fonte: Entrevista – VICE entrevista o artista plástico Tunga. Vídeo. VICE Brasil, 2017.
Semeando Sereias, 1987/1998.
Coleção: Museum of Contemporary Art Los Angeles (MOCA)
Foto: Wilton Montenegro
Sem título, [1987], da série Gravitação Magnética.
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
Xifópagas Capilares entre Nós, [1987/1997].
Coleção: Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía
Foto: Wilton Montenegro
Xifópagas Capilares entre Nós, [1987/1997].
Coleção: Cordelia Fourneau de Mello Mourão
Foto: Wilton Montenegro
1989
Foto: Harvey Roy Plonsker.
É realizada a exposição individual Tunga na Whitechapel Gallery, em Londres, onde é apresentada a obra Lezart. No mesmo ano, Tunga expõe outras versões de Lezart no Stedelijik Museum, em Amsterdam e na Galeria Paulo Klabin, no Rio de Janeiro.
Estudo para a instalação apresentada na Whitechapel Gallery, em Londres, que constituiu a primeira versão de Lezart.
Fonte: i Catálogo da exposição. São Paulo: Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP), 2018.
Tunga e Lezart.
Fonte: Imagens cedidas por Everardo Miranda.
Fonte: Filho, Oscar. “Tunga exporta suas esculturas para a Inglaterra”. Folha de S. Paulo, 21 de maio de 1989.
Lezart, Whitechapel Gallery, Londres.
Foto: Gilles Hutchinson.
Lezart, Kanaal Art Foundation, Kortrijk, Bélgica.
Foto: Gilles Hutchinson.
Manuscrito do poema de Tunga que também é utilizado como título da obra Gravitação Magnética.
Tunga e Lezart.
Foto: Marcia Kranz.
Fonte: Ross, Tyana. “Tunga, Brazilian Art at the Whitechapel“. East London News, junho de 1989.
Sem título, [1989-2013], da série Lezart.
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli
Sem título, [1989-2013], da série Lezart.
Coleção: Instituto Tunga
Foto: Jaime Acioli