Tunga pós-Tunga: exposição do MASP se ressente da ausência do artista morto em 2016, mas é um passo importante na consolidação de seu legado histórico
A filosofia selvagem permanece viva: Tunga foi capa da primeira edição da Arte!Brasileiros, em 2009, com sua morte, voltamos a homenageá-lo reafirmando sua transcendência
Leitura neoconcreta: com boa seleção de obras e artistas, além de montagem generosa, a exposição Empty House reafirma a potência e o impacto do neoconcretismo na história recente da arte brasileira